...
Tudo é banal,
Tudo é tao desnecessario,
As conversas à minha volta sem destino, sem horario.
Procuro num velho livro uma palavra que me defina.
Relembro o passado.
Todos os esforços que fiz para sorrir uma ultima vez,
foram invalidos e impossiveis.
Onde estou eu?
Que sorria sem chorar;
que calava o sofrimento, sentindo-o a cada momento da fragil vida!




Sem comentários:
Enviar um comentário