quinta-feira, 19 de abril de 2007

Vou de férias

Pois é amigos vou para uns dias de descanso. Como alguns de voces sabem vou até ao Egipto e espero ser "absorvido" por toda a sua história.
Espero vir com muita inspiração para continuar a actualizar o blog com regularidade.
Divirtam-se por cá, e vão continuando a passar aqui pelo blog e deixando comentários a postagens que ainda não tenham comentado.
Beijos e abraços para todos.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Mãe Morte

Um nascimento, um beijo da morte.
Quando nascemos acreditamos que somos logo segurados pelos pais, mas o que nos abraça é a morte, e marca-nos com um beijo na testa. Dá-nos a única certeza na vida que é a que vamos morrer.
Quanto tempo temos? Como o vamos aproveitar? Bem?... Mal? …
Seria melhor sabermos o dia em que partimos deste mundo?
Se o soubéssemos, viveríamos sem o pânico de os nossos dias estarem a terminar?
Que faríamos no nosso último dia de vida?
Existirá realmente algo do outro lado?
Será a morte assim tão assustadora para quem morre? Para mim, a morte é difícil para os que ficam…
Já pensaram poderem despedir-se de quem amam se soubessem que tudo isto ia terminar, e em vez de um “adeus” dizermos um “até um dia”?...
Porquê ignorar e odiar a morte, se foi ela que nos amparou à nascença?

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Nova página

O tempo vai passando e cada vez mais me apercebo que temos que viver o presente sem pestanejar sobre o passado.
Se fizermos o contrario, corremos o risco de ficarmos paralisados, sem qualquer reacção, esquecemos que o presente ainda existe, esquecendo que tudo o que podemos recordar são ensinamentos que pertencem a nossa vida de AGORA.
E é tudo tão estranho, vivemos a nossa vida normalmente mas mais tarde descobrimos que não fizemos as escolhas certas, que nem tudo o que fizemos foi o melhor para nós; que tudo podia ser diferente.
Uma única palavra, um único gesto, pode condicionar a nossa vida para sempre. E todos os dias passados a acordar a pensar no que dissemos, no que fizemos, como iriam correr as coisas dai para a frente, se alguma vez teremos a oportunidade de corrigir o que fizemos ou de esquecer o que sofremos…
E a vida contínua, a terra continua a girar, nada pára por nós, nós não podemos parar por nós, porque se o fizermos as pernas falham e caímos num poço sem fundo, às vezes sem de lá voltar…
Mas a vida continua…

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Resposta à Paula Lobinhos

Depois de ler o teu comentário amiga claro que não te ia deixar sem resposta, querias então saber a minha opinião sobre o que escrevi.

Será que nos tornamos pessoas mesquinhas e medrosas?" "É o silêncio assim tão assustador?

Para a primeira infelizmente acho que sim, as pessoas estão cada vez piores, avaliam-se pessoas pela cara e não pelo coração, e todo o aspecto exterior de uma pessoa cada vez mais conta para se ser aceite na sociedade. Os valores de qualidades e qualificações estão cada vez mais remetidos para segundo plano. Em relação a medrosa basta dizer que toda a gente se queixa que está mal mas fazer algo para alterar a situação é que não. Porque não tentar um pouco todos os dias para variar!?

Para a segunda frase considero o silêncio de ouro, já diziam que quem cala consente, um olhar vale mais que mil palavras e são inúmeras as vezes em que é no silêncio que encontramos o rumo a tomar. Não quer isto dizer que temos que estar isolados de tudo e todos pois sem amigos, família e todas as pessoas de que gostamos a nossa vida não valia nada.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Átomos

O mundo não cai no vazio como se pensa, apenas se separa em partes, cada vez mais pequenas, que a certa altura se tornam indivisíveis. E essas partes afastam-se, espalham-se, por vezes esbarrando com outras, mas apenas por um instante, depois cada um segue o seu caminho.
Estranhos … Estranho à terra.
Milhões de mundos num só mundo, impenetráveis, intocáveis, únicos! Porquê?
Continentes que se partem, que se afastam rumo ao mar, esse mar solitário, repousante, onde começam e acabam todos os nossos medos. Aquilo que nos une também nos separa…
Até que ponto necessitamos dos outros? Até que ponto estamos dispostos a consentir e calar para poder termos alguém por perto que nos oiça?
Será que nos tornámos pessoas mesquinhas e medrosas?
É o silencio é assim tão assustador?

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Nostalgia

O termo foi originalmente cunhado por Johannes Hofer, um estudante de medicina em 1678 ({polytonic|νόστος} = nostos = voltar para casa, {polytonic|άλγος} = algos = dolorido/desejar), ao se referenciar a "uma doença dolorida que uma pessoa sente porque ela deseja retornar para a sua casa, sentindo medo de não ver/ter aquilo outra vez". Este neologismo foi bem sucedido ao retratar pessoas que lembram as suas origens, geralmente distantes física ou temporalmente. (wikipedia)

Deixando termos técnicos a parte não sei porquê sinto-me nostálgico, dou por mim a pensar em tanta coisa que já ficou para trás, tantos sorrisos e gargalhadas passadas junto de pessoas que não vejo a anos mas contudo estão no meu coração e mente. Talvez por ter “encontrado” no hi5 duas pessoas do meu tempo de liceu, belos tempos, belas amizades. Tempo volta para trás :) . Palavras que ficaram por dizer, outras que nunca deviam ter sido ditas. Agora faz parte do passado. Temos o nosso presente e o futuro pela frente, para onde iremos agora e que palavras voltaremos a não dizer?

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Confiança

Dei por mim a pensar em como cada vez confio menos nas pessoas. É algo que realmente me preocupa, sobretudo quando essa confiança é quebrada por alguém ou que nos é chegado. Quando a vocês não sei mas eu até ganhar confiança numa pessoa demoro um tempo considerável, possivelmente por já ter as costas cravadas de facadas que vieram de onde nunca pensei.
Estaremos nós como seres humanos cada vez menos a ligar a parte ética e humana? Até que ponto é que podemos voltar a confiar em alguém que traiu a nossa confiança? Se souberem a resposta digam-me, realmente gostava de saber.
Será que o tempo cura mesmo tudo? Eu acho que não, o tempo pode ajudar a “esquecer” mas não a curar, todos temos o nosso sistema de auto defesa e cada vez mais está ligado em segurança máxima.
Cada vez acredito mais que anda meio mundo a enganar a outra metade.
Que pensam vocês disto?

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Vida

A vida a vida.
Já repararam como cada um de nós tem uma interpretação diferente da vida?
Já ouvi várias vezes:
A vida é bela só é preciso saber viver nela;
A vida é uma merda;
A vida é boa para alguns; etc etc etc…
Para mim todas acabam por ter a sua ponta de verdade, alguns dias temos que ter alguém a nos “indicar” o caminho para nos afastar de algo que nos atormenta, noutros dias parece que tudo corre mal e nem devíamos ter saído da cama e para pegar no ultimo exemplo quantas vezes já não dissemos que determinada pessoa parece que nasceu com o rabo virado para a lua.
Mas se querem saber como é a vida para mim eu tento vive-la da maneira mais simples possível, o meu lema é:

A vida é simples. Fazemos escolhas e não olhamos para trás.

Claro que não é tão simples como isso, mas se realmente traçarmos um objectivo e formos atrás dele temos boas hipóteses de o atingir. Se não o conseguirmos algo de certeza vai aparecer e fazermos olhar em frente.