terça-feira, 19 de junho de 2007

Poema II

Nestes tempos vividos em solidão
Paro e penso - mais nada tenho a fazer
Um olhar perdido
E uma luz ínfima
Fazem-me companhia noite a dentro
Aclamo o teu ser
O teu corpo
O calor de corpos unidos
E o prazer de possuir-te!
Um quarto vazio
Paredes (vazias) nuas
E um espreitar de luz
A lua!
Tudo deixa de existir!
Mas a tal luzinha diz-me que existo
Imagino-te a olhar para ela...
A distância deixa de existir...
E o teu calor sinto
Penso como sou feliz por te ter!
Amo-te mais em cada segundo
Em cada segundo que penso em ti!
Deixo de viver sonhando em ti!
E simplesmente divagar no teu ser
Que nunca me abandonou
E saber que existo por ti!
Até ao meu ultimo suspiro de cansaço
E a eternidade sentir.

4 comentários:

Anónimo disse...

Adorei … até fiquei com um bocadinho de inveja…
Beijos grandes

Anónimo disse...

Fiquei de "boca aberta", quem diria que o meu amigo tem uma veia poética... ADOREI!!!
Continua a escrever.

Beijocas

Anónimo disse...

A Paula e Cristina imaginam que estão perante um 'belo adormecido', à mercê das vossas blandícias para finalmente acordar. Tomem cuidado, este sortilégio da Natureza devorá-las-ia num ápice...

Anónimo disse...

Este n posso deixar de comentar lol. O poema ta lindo, tens mesmo muito jeito. Só tens de ser um bocadinho mais rapido LOLOL (tou a brincar claro)

Bjito Margarete