Momentos
Existem alturas assim, foi-se-me a inspiração.
Conversas banais a minha volta tiraram-me toda a vontade e alegria de escrever.
Palavras sujas, palavras vazias…
Palavras, palavras … Que é isso?
De verdade não sei. Explica-me
Pensamentos numa vida
Existem alturas assim, foi-se-me a inspiração.
Conversas banais a minha volta tiraram-me toda a vontade e alegria de escrever.
Palavras sujas, palavras vazias…
Palavras, palavras … Que é isso?
De verdade não sei. Explica-me
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Ricardo
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quarta-feira, setembro 05, 2007
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'Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, ficaria de joelhos à sua frente'.
'Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher ficaria de joelhos à sua frente'.
Depois venham me dizer que uma pessoa é mal interpretada :)
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Ricardo
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quinta-feira, agosto 16, 2007
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Dia 27 de Agosto o Planeta Marte irá ser visível a olho nu, ficando semelhante a uma Lua cheia. Pelas 00:30 do dia 27 atingirá o seu ponto mais próximo da terra.
A próxima vez que Marte irá estar tão próximo da Terra será em 2287, por isso aproveitem porque para a próxima já cá não estamos para ver.
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Ricardo
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quinta-feira, agosto 09, 2007
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Olá amigos.
Como devem ter percebido andei um pouco ausente na ultima semana, a razão, como sempre, umas mini-férias merecidas :)
Bem a semana passou-se pela praia e por algumas voltas pela nossa querida capital.
Fui ao mercado medieval de Óbidos, que recomendo a todos irem na próxima edição, que é bastante divertido.
No final da semana fui até a minha segunda terra, Cantanhede, relax total com o ar do campo mas apesar do ar do campo me ter sabido bem confesso que preferi o Rex Bowling hehehe, foi a loucura até doerem os pulsos. Não me posso esquecer da Expofacic, onde fui ver o concerto da Nelly Furtado, que foi Show de bola.
Depois envio umas fotos a quem quiser:)
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Ricardo
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terça-feira, julho 31, 2007
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dor
será que existe?
talvez não, mas eu sinto-a
odeio-a
apesar de ela estar em mim
a saudade do teu olhar
o desejo do teu toque
nada ficou
apenas recordações
tantos bons momentos
algo que não consigo esquecer
será a morte solução?
não
isso seria reduzir esperança
perder-me em mim
mas que interessa,
sempre que te olho vejo-me a mim
e amo aquilo que vejo
pois és como eu
a dor de te ter tido doí mais do que se nunca te tivesse
pois teria sempre algo porque lutar
agora nada tenho
nem forças
só desejo
paixão
ódio por mim
vontade de partir
rumo á lua que insistes em contemplar
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Ricardo
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quarta-feira, julho 25, 2007
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Quantas vezes não andamos já a procura da felicidade mas nem sempre fizemos tudo para a encontrar.
O problema é mesmo esse muitas das vezes queixamo-nos mas estamos de tal forma habituados as coisas como estão que deixamos andar.
Recomendo a todos verem este filme, “ Em busca da felicidade” um filme baseado numa história verídica. Fica aqui abaixo o argumento do filme.
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Ricardo
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segunda-feira, julho 16, 2007
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Sinto-me só, a solidão invade-me e insiste permanecer.
Sonho contigo, as minhas mãos a deslizam em teu corpo nu, nos teus cabelos, por toda tua pele.
Não te consigo ver, apenas sinto o teu respirar, sinto os teus passos seguindo os meus, sinto os teus sonhos invadindo os meus.
Mantenho a janela da minha alma enamorada de ti, sempre aberta, esperando que um dia me venhas visitar, e resolvas ficar.
Escrito
Ricardo
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quinta-feira, julho 12, 2007
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Ao fim de um dia tudo se resume a isto: o passado cresceu mais um dia e o futuro diminuiu mais um. Mais um pedaço de futuro atirado para o caixote. Todos os dias a mesma rotina, os mesmos sítios, as mesmas caras, as mesmas vozes, os mesmos sons... Dias clonados numa cópia quase perfeita e repetidos até ao infinito.
Sinto-me como um figurante de um filme que assiste apaticamente sem se aperceber que há uma história que se repete constantemente. Por vezes vê algo a passar, por vezes não vê, mas na maior parte das vezes apenas se apercebe de que tudo e vagamente igual, todas as coisas no mesmo sítio, os mesmos sons a encher os ouvidos e que quase que consegue ignorar, as mesmas formas e cores a entrar pelos olhos no mesmo padrão repetitivo e entediante. O tédio supremo da vida olha-nos de cima, do seu trono aborrecido e chato sem se aperceber o quanto enjoa...
Acordo no mesmo quarto todos os dias, a mesma cara no espelho todos os dias, a rua é a mesma todos os dias, os vizinhos são os mesmos todos os dias, o meu carro tem a mesma cor todos os dias, o caminho para o trabalho é o mesmo todos os dias, o local de trabalho é o mesmo todos os dias, o trabalho é o mesmo todos os dias, os colegas de trabalho são os mesmos todos os dias, e acabo por voltar para a mesma casa todos os dias para dormir na mesma cama todos os dias.
Ate as estrelas à noite que parecem mudar lentamente todos os dias, ao fim de um ano voltam de novo a ser as mesmas num ciclo repetitivo anual. Tal como as estrelas nem todos os ciclos são diários e passam despercebidos. O tédio do fim-de-semana que se repete semanalmente, o salário que nem paga metade do trabalho que faço num ciclo mensal, os aniversários que nos lembram que estamos cada vez mais perto da senilidade num ciclo anual. A vida é um constante repetir de uma sequência de factos vulgares e acções sem sentido. Até quando conhecemos alguém, essa pessoa nos lembra de alguém que já conhecemos antes, nem que seja de nós próprios...
E os ciclos repetem-se, todos os dias na esperança que aconteça algo distinto, diferente, um gesto, uma palavra, um novo som, uma pessoa que não nos recorde de ninguém, um novo padrão de cores, um novo caminho, algo que quebre a rotina, que pelo menos inicie um outro ciclo, um diferente e novo, algo que indique que realmente acordamos num novo dia, numa outra história, uma com um final diferente... Uma com um final feliz, como num filme...
Por vezes pergunto-me como era a vida antes do primeiro ciclo se completar…
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Ricardo
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quinta-feira, julho 05, 2007
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A tristeza é um sentimento que nos procura e ocupa muitas vezes. Podemos ficar tristes por palavras ou actos de alguém, pela miséria doutra pessoa, por um desastre ou cataclismo, por uma imensidade de coisas.
Mas algumas vezes ficamos tristes sem saber porquê, sentimo-nos tristes e não conseguimos identificar a origem dessa tristeza. Talvez seja uma data de pequenas coisas somadas, ou algo que nos tocou e não nos recordamos.
Hoje estou assim, estou triste, e não sei porquê.
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Ricardo
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sexta-feira, junho 29, 2007
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Existem alturas na vida em que temos que arriscar, o problema é que maior parte das vezes não sabemos se o risco vai compensar.
Esta dúvida anda de mãos dadas connosco maior parte das vezes. Alguns de nos arriscam tudo sem olhar a causas que essas acções podem trazer. Outros como pensam que essas mesmas acções vão trazer reacções e depois está-se um tempo enorme a “fazer contas de cabeça” a medir prós e contras daquilo que queríamos fazer.
Algumas vezes falamos com amigos, familiares a procura ou do empurrão que nos vai levar a fazer aquilo que realmente queríamos e noutras só nos confunde mais.
No meu caso gosto de arriscar, de que serve a vida se for vivida com o medo de cometermos um erro? Tudo tem volta a dar tirando a morte.
Alias se existe coisa que não gosto é de me “darem” ordens daquilo que devo fazer ou não da minha vida.
Depois isto tudo para chegar a uma conclusão possivelmente estúpida mas enfim ninguém é perfeito. Imaginem que alguém me induz a fazer o contrário daquilo que quero fazer. Devo interpretar de que forma? Geralmente é se tivesses tido a coragem de arriscar no passado e teres feito as coisas a tua maneira hoje possivelmente não te queixavas da vida como te queixas. Soa a arrogante não soa? Felizmente maior parte de vocês conhece-me bem para saberem que não o sou. Por outro lado também pode ser uma pessoa que arriscou na mesma situação e perdeu.
Enfim…
Temos que ir arriscando para darmos emoção a vida e para nos irmos realizando nem que seja um niquinho todos os dias.
Escrito
Ricardo
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terça-feira, junho 26, 2007
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