terça-feira, 26 de junho de 2007

Arriscar ou não arriscar

Existem alturas na vida em que temos que arriscar, o problema é que maior parte das vezes não sabemos se o risco vai compensar.
Esta dúvida anda de mãos dadas connosco maior parte das vezes. Alguns de nos arriscam tudo sem olhar a causas que essas acções podem trazer. Outros como pensam que essas mesmas acções vão trazer reacções e depois está-se um tempo enorme a “fazer contas de cabeça” a medir prós e contras daquilo que queríamos fazer.
Algumas vezes falamos com amigos, familiares a procura ou do empurrão que nos vai levar a fazer aquilo que realmente queríamos e noutras só nos confunde mais.
No meu caso gosto de arriscar, de que serve a vida se for vivida com o medo de cometermos um erro? Tudo tem volta a dar tirando a morte.
Alias se existe coisa que não gosto é de me “darem” ordens daquilo que devo fazer ou não da minha vida.
Depois isto tudo para chegar a uma conclusão possivelmente estúpida mas enfim ninguém é perfeito. Imaginem que alguém me induz a fazer o contrário daquilo que quero fazer. Devo interpretar de que forma? Geralmente é se tivesses tido a coragem de arriscar no passado e teres feito as coisas a tua maneira hoje possivelmente não te queixavas da vida como te queixas. Soa a arrogante não soa? Felizmente maior parte de vocês conhece-me bem para saberem que não o sou. Por outro lado também pode ser uma pessoa que arriscou na mesma situação e perdeu.

Enfim…

Temos que ir arriscando para darmos emoção a vida e para nos irmos realizando nem que seja um niquinho todos os dias.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Resposta ao anónimo do ultimo post

Caro amigo(a).

Fico feliz por saber que le este humilde blog e que comente, agora acho estranho fazer esse género de comentário sobre as pessoas que o comentam regularmente.
Como sabe este blog poucas vezes se virou para algo carinhoso, parece-me estranho que interprete os comentários delas dessa forma, mas estamos num pais livre e está no seu pleno direito.
Como nota final apenas esclareço que quer a Paula quer a Cristina são duas amigas com que me dou plenamente e estimo muito a amizade das duas.

Ainda se fazem amizades sem segundas intenções.

Por aqui me fico.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Poema II

Nestes tempos vividos em solidão
Paro e penso - mais nada tenho a fazer
Um olhar perdido
E uma luz ínfima
Fazem-me companhia noite a dentro
Aclamo o teu ser
O teu corpo
O calor de corpos unidos
E o prazer de possuir-te!
Um quarto vazio
Paredes (vazias) nuas
E um espreitar de luz
A lua!
Tudo deixa de existir!
Mas a tal luzinha diz-me que existo
Imagino-te a olhar para ela...
A distância deixa de existir...
E o teu calor sinto
Penso como sou feliz por te ter!
Amo-te mais em cada segundo
Em cada segundo que penso em ti!
Deixo de viver sonhando em ti!
E simplesmente divagar no teu ser
Que nunca me abandonou
E saber que existo por ti!
Até ao meu ultimo suspiro de cansaço
E a eternidade sentir.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Poema

Repara em mim!
Beija-me com os olhos!
Acaricia-me com o olhar!
Sacia o meu amor!
Pensa em mim.
Olha para o meu sofrimento,
Para a escuridão do meu coração.
Vá lá se minha.
Ama-me como eu te amo.
Sonha comigo,
Como eu sonho contigo.
Abracemos a felicidade.
Beijemos a paixão.
Abre-me as portas do paraíso,
Atravessa comigo o arco-íris.
Mergulhemos num mar de rosas
Voemos pelos cumes
És o fruto silvestre
Nascido no meu coração.
És perfume campestre
Só anseio a tua paixão.

terça-feira, 5 de junho de 2007

O Jogo

É hora de jogar o jogo.
É tudo sobre o jogo e como o jogas.
É tudo sobre controlo e se consegues aguentar.
É tudo sobre dívidas e se as podes pagar.
É tudo sobre a dor e de quem te está a fazer sofrer.
Eu sou o jogo e tu não vais querer jogar.
Eu sou controlo que tu não podes descontrolar.
Eu sou dívidas que não podes pagar.
Eu sou a dor que não podes aguentar.

Olha para trás, estas pronto para correr?
Eu sou o jogo e faço as regras.
Sai da minha frente.
Tens algum problema com isso?
Pensavas ser fácil me derrotar?
Pensa de novo.
Este jogo é meu e não o vais querer jogar.

Tenta e morreras nas chamas…

Parte de uma musica dos MotorHead , não sei porque escrevi isto.

A nossa vida é o nosso jogo não deixem que ninguém mande em algo que é vosso desde a nascença.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Historias da vida

Hoje vou contar aqui uma história verídica.
Estava eu sossegado no meu local de trabalho a pensar em inúmeras coisas que tenho na cabeça quando começo a ouvir um colega a dizer ao telefone…
- Sim mas sabes que sempre foste a minha cara metade, a vida por vezes leva-nos a caminhos que não são os que desejamos. Isto dito por uma pessoa a caminho dos 70 anos de idade e casado a perto de 50.

Realmente já contava com tudo mas esta apanhou-me na “curva”, uma pessoa estar com outra tanto tempo e no entanto ter outra pessoa no coração. Até que ponto é que isto fará sentido? Vamos vivendo enganados toda a vida e a enganar o próximo? Custaria assim tanto partir em direcção a felicidade? Ao que parece sim.
Olhamos para trás e pensamos em tantas coisas que ficaram por fazer e tantas por dizer, namoros que acabamos por nada, outros que casaram por casar, até onde vamos levar esta hipocrisia?

A vida é demasiado curta para perdermos tempo por quem não queremos a nosso lado.

Amem, lutem, acreditem e sobretudo não tentem fazer algo… simplesmente façam.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Desabafo

Seguimos em frente nesta estrada a que chamamos vida. Seguimos em frente sozinhos sem sabermos para onde vamos... no entanto é está a realidade que conhecemos e é por essa razão que seguimos em frente, sem saber ao certo onde vamos parar.
Vamos andando por este mundo marcado pelo consumismo e elitismo. Vamos andando obcecados pelo nosso heroísmo e nem damos conta do mundo em que vivemos … ou sobrevivemos.
A vida só é vida se realmente for vivida e tu já não a vives, segues em frente e apenas respondes a um sistema implantado por alguém…

terça-feira, 22 de maio de 2007

E se fosse realidade?

Vi um filme chamado “ Filhos do Homem.”, Que abordou um tema que achei super curioso e acho que tinha que ser falado aqui.
Imaginem que as mulheres começavam a deixar de poder ter filhos, devido a poluição que se instala todos os dias em cima das nossas cabeças. Se não me engano no filme a pessoa mais nova do planeta tinha 18 anos de idade.
Já imaginaram 18 anos sem nascimentos?
Que género de pessoas nos tornaríamos ao deixar de termos filhos, sobrinhos, netos etc. Qual a razão de viver e viver para que?
O pior disto tudo é que podemos daqui a alguns anos viver uma situação “parecida” com esta, a poluição aumenta todos os dias, guerras que continuam a ser travadas e que dão cabo do ambiente todo, as florestas estão mais pequenas, e os níveis das águas a nível mundial continuam a subir a olhos vistos. Lixeiras a céu aberto. Fabricas sem o mínimo de condições a lista é imensa.
Parte de todos nós começar a dar pequenos contributos para permitirmos aos nossos filhos, netos morarem neste planeta como gente e não cheios de doenças a níveis respiratórios e sabe-se lá mais que sofrimentos.
Reciclar muitas vezes parece um gesto pequeno e talvez seja mesmo, mas só depois de todos reciclarmos é que podemos partir para outras formas de salvar o nosso planeta azul.

Vejam o filme e pensem se fosse verdade.

Custa assim tanto fazer um pequeno gesto?

Não iremos pagar um preço muito alto devido a estes erros?

quinta-feira, 17 de maio de 2007

MADDIE


Passados 14 dias desaparecida, a maior parte das esperanças de encontrar Maddie viva e bem e de saúde evaporam-se à velocidade que ela desapareceu.

Não me levem a mal, mas acho este caso bastante estranho, tudo desde o começo não faz sentido.

Os pais deixarem 3 crianças, duas de dois anos e uma de três, sozinhas numa casa a dormir. Que pais é que deixam os três filhos sozinhos num país estrangeiro? Ou mesmo que fosse o deles! Não tem justificação.

Agora muita coisa se fala, que os pais iam fazer swing, que o pai tinha ficado desempregado e que eles precisavam de dinheiro, não estavam a vigiar os filhos durante o jantar, etc.


Depois, este caso está a ter um protagonismo que nenhum outro teve.

Em Portugal não se fala de outra coisa, o que até acho bem, divulgar o máximo possível. Mas infelizmente estamos a preocuparmo-nos tanto com este caso, quando outros de crianças portuguesas que também foram raptadas foram completamente esquecidos. É isto que eu critico neste povinho com memória curta.

Já pensaram na angústia dos pais de todas as crianças já desaparecidas ao constatarem o mediatismo deste caso, quando o deles teve pouco ou nenhum?

Será que esta criança é mais importante que todas as outras? Porque vale esta criança vale 5 milhões de euros e outras valem muito menos? Não são todos os pais merecedores de encontrarem os seus filhos?

O procedimento da polícia portuguesa, comunicação social e privados deveria ser sempre igual ao deste caso, e não apenas no desaparecimento de crianças estrangeiras no nosso país.


Não me interpretem mal, espero que Maddie seja encontrada viva e bem de saúde e que regresse aos seus pais o mais rapidamente possivel, mas há verdades que têm de ser ditas...



terça-feira, 15 de maio de 2007

Festa no cruzeiro




Olá amigos.

Após vários pedidos a pedir umas fotos da festa no cruzeiro do navio aqui ficam três fotografias que dá para terem uma ideia.
A de um homem a dançar é muito giro ver ao vivo, ele está sempre a virar para o mesmo lado e não se desvia um milímetro realmente impressionante, ainda teve a rodar durante uns bons minutos.
Outra foi um jogo que eles fizeram com as “nossas” mulheres, eles gostam muito de as verem mandarem-se para o chão e dançar.

A ultima foi o jogo da batata eu ali a mostrar a perna e com a túnica levantada quase até a cintura, ainda bem que levei roupa interior hehehe .

Espero que tenham gostado…