terça-feira, 15 de maio de 2007

Festa no cruzeiro




Olá amigos.

Após vários pedidos a pedir umas fotos da festa no cruzeiro do navio aqui ficam três fotografias que dá para terem uma ideia.
A de um homem a dançar é muito giro ver ao vivo, ele está sempre a virar para o mesmo lado e não se desvia um milímetro realmente impressionante, ainda teve a rodar durante uns bons minutos.
Outra foi um jogo que eles fizeram com as “nossas” mulheres, eles gostam muito de as verem mandarem-se para o chão e dançar.

A ultima foi o jogo da batata eu ali a mostrar a perna e com a túnica levantada quase até a cintura, ainda bem que levei roupa interior hehehe .

Espero que tenham gostado…



domingo, 6 de maio de 2007

Dia da Mãe

Um beijo enorme para a minha mãe que adoro.
Obrigado por tudo.

O teu dia não é hoje mas sim todos os dias.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Estou de volta


Olá amigos (as), estou de volta das férias.
A viagem foi fabulosa, estar no meio de séculos de história faz-nos realmente pensar como os nossos antepassados eram inteligentes e bastantes engenhosos.
Sabem realmente nem sei bem o que escrever visto que não existem palavras para descrever tudo aquilo que se vê e se sente. O cruzeiro pelo Rio Nilo é lindo, bastante paisagem e de contraste uma das margens com vegetação e na outra um ambiente árido, nas paragens do cruzeiro visitei vários templos que nos deixam de boca aberta e por outro lado espantados.(Templos visitados durante o cruzeiro: Templo de Luxor templo de Karnak, Vale dos Reis, Templo de Hatshepsut, Colossos de Memmom, Templos de Kom Ombo, Templo de Edfú, Barragem de Assuão, Obelisco Inacabado e Templos de Ramsés e Nefertari ).Para quem pensa que os monumentos estão enfiados no meio do deserto estão enganados pois estão junto das povoações. O monumento que visitei que ficava isolado foi Abu Simbel, de quem parte de Assuão como eu são mais de trezentos km de deserto, o que acaba por ser bom, dá-nos tempo para aproveitar o momento e reflectir sobre várias coisas. O que dizer de Abu Simbel? Boa pergunta, deixo aqui uma foto e digam-me vocês, eu só digo que nos sentimos pequenos lá. Infelizmente não pude estar sentado em cima de uma duna a pensar em tudo e em nada, ficará de certo para outra viagem.
Seguindo em frente, a cidade do Cairo é enorme, tem cerca de 16 milhões de habitantes um trânsito caótico mas apesar de tudo é uma cidade bastante organizada, temos tudo relativamente perto. O hotel onde estive tinha uma bela vista para as pirâmides, e garanto-vos que as pirâmides não estão nas 7 maravilhas do mundo por acaso, é impressionante toda a estrutura e quando se entra lá dentro tem um cheiro característico que faz muitas pessoas desistirem verem o interior. Claro que eu entrei lá e só tenho pena de não nos deixarem fotografar nem visitar mais porque o belo está interdito a turistas, tenho que pensar em me juntar a BBC para poder ir ver aquilo como deve ser.
A Esfinge está mais bem conservada que pensei, é uma lindíssima obra de arte e “protectora” das pirâmides. Estava-me a esquecer do museu do Cairo, imensa historia e estátuas fabulosas.
O povo é simpático tratam-nos com muita simpatia.
E assim foi mais uma viagem que adorei e recomendo a todos.
Um conselho se forem para lá levem libras Egípcias porque é mais fácil negociar com os feirantes, em euros eles roubam que se fartam.

Tenho a certeza que me esqueci de muita coisa mas acreditem só visto…

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Vou de férias

Pois é amigos vou para uns dias de descanso. Como alguns de voces sabem vou até ao Egipto e espero ser "absorvido" por toda a sua história.
Espero vir com muita inspiração para continuar a actualizar o blog com regularidade.
Divirtam-se por cá, e vão continuando a passar aqui pelo blog e deixando comentários a postagens que ainda não tenham comentado.
Beijos e abraços para todos.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Mãe Morte

Um nascimento, um beijo da morte.
Quando nascemos acreditamos que somos logo segurados pelos pais, mas o que nos abraça é a morte, e marca-nos com um beijo na testa. Dá-nos a única certeza na vida que é a que vamos morrer.
Quanto tempo temos? Como o vamos aproveitar? Bem?... Mal? …
Seria melhor sabermos o dia em que partimos deste mundo?
Se o soubéssemos, viveríamos sem o pânico de os nossos dias estarem a terminar?
Que faríamos no nosso último dia de vida?
Existirá realmente algo do outro lado?
Será a morte assim tão assustadora para quem morre? Para mim, a morte é difícil para os que ficam…
Já pensaram poderem despedir-se de quem amam se soubessem que tudo isto ia terminar, e em vez de um “adeus” dizermos um “até um dia”?...
Porquê ignorar e odiar a morte, se foi ela que nos amparou à nascença?

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Nova página

O tempo vai passando e cada vez mais me apercebo que temos que viver o presente sem pestanejar sobre o passado.
Se fizermos o contrario, corremos o risco de ficarmos paralisados, sem qualquer reacção, esquecemos que o presente ainda existe, esquecendo que tudo o que podemos recordar são ensinamentos que pertencem a nossa vida de AGORA.
E é tudo tão estranho, vivemos a nossa vida normalmente mas mais tarde descobrimos que não fizemos as escolhas certas, que nem tudo o que fizemos foi o melhor para nós; que tudo podia ser diferente.
Uma única palavra, um único gesto, pode condicionar a nossa vida para sempre. E todos os dias passados a acordar a pensar no que dissemos, no que fizemos, como iriam correr as coisas dai para a frente, se alguma vez teremos a oportunidade de corrigir o que fizemos ou de esquecer o que sofremos…
E a vida contínua, a terra continua a girar, nada pára por nós, nós não podemos parar por nós, porque se o fizermos as pernas falham e caímos num poço sem fundo, às vezes sem de lá voltar…
Mas a vida continua…

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Resposta à Paula Lobinhos

Depois de ler o teu comentário amiga claro que não te ia deixar sem resposta, querias então saber a minha opinião sobre o que escrevi.

Será que nos tornamos pessoas mesquinhas e medrosas?" "É o silêncio assim tão assustador?

Para a primeira infelizmente acho que sim, as pessoas estão cada vez piores, avaliam-se pessoas pela cara e não pelo coração, e todo o aspecto exterior de uma pessoa cada vez mais conta para se ser aceite na sociedade. Os valores de qualidades e qualificações estão cada vez mais remetidos para segundo plano. Em relação a medrosa basta dizer que toda a gente se queixa que está mal mas fazer algo para alterar a situação é que não. Porque não tentar um pouco todos os dias para variar!?

Para a segunda frase considero o silêncio de ouro, já diziam que quem cala consente, um olhar vale mais que mil palavras e são inúmeras as vezes em que é no silêncio que encontramos o rumo a tomar. Não quer isto dizer que temos que estar isolados de tudo e todos pois sem amigos, família e todas as pessoas de que gostamos a nossa vida não valia nada.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Átomos

O mundo não cai no vazio como se pensa, apenas se separa em partes, cada vez mais pequenas, que a certa altura se tornam indivisíveis. E essas partes afastam-se, espalham-se, por vezes esbarrando com outras, mas apenas por um instante, depois cada um segue o seu caminho.
Estranhos … Estranho à terra.
Milhões de mundos num só mundo, impenetráveis, intocáveis, únicos! Porquê?
Continentes que se partem, que se afastam rumo ao mar, esse mar solitário, repousante, onde começam e acabam todos os nossos medos. Aquilo que nos une também nos separa…
Até que ponto necessitamos dos outros? Até que ponto estamos dispostos a consentir e calar para poder termos alguém por perto que nos oiça?
Será que nos tornámos pessoas mesquinhas e medrosas?
É o silencio é assim tão assustador?

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Nostalgia

O termo foi originalmente cunhado por Johannes Hofer, um estudante de medicina em 1678 ({polytonic|νόστος} = nostos = voltar para casa, {polytonic|άλγος} = algos = dolorido/desejar), ao se referenciar a "uma doença dolorida que uma pessoa sente porque ela deseja retornar para a sua casa, sentindo medo de não ver/ter aquilo outra vez". Este neologismo foi bem sucedido ao retratar pessoas que lembram as suas origens, geralmente distantes física ou temporalmente. (wikipedia)

Deixando termos técnicos a parte não sei porquê sinto-me nostálgico, dou por mim a pensar em tanta coisa que já ficou para trás, tantos sorrisos e gargalhadas passadas junto de pessoas que não vejo a anos mas contudo estão no meu coração e mente. Talvez por ter “encontrado” no hi5 duas pessoas do meu tempo de liceu, belos tempos, belas amizades. Tempo volta para trás :) . Palavras que ficaram por dizer, outras que nunca deviam ter sido ditas. Agora faz parte do passado. Temos o nosso presente e o futuro pela frente, para onde iremos agora e que palavras voltaremos a não dizer?

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Confiança

Dei por mim a pensar em como cada vez confio menos nas pessoas. É algo que realmente me preocupa, sobretudo quando essa confiança é quebrada por alguém ou que nos é chegado. Quando a vocês não sei mas eu até ganhar confiança numa pessoa demoro um tempo considerável, possivelmente por já ter as costas cravadas de facadas que vieram de onde nunca pensei.
Estaremos nós como seres humanos cada vez menos a ligar a parte ética e humana? Até que ponto é que podemos voltar a confiar em alguém que traiu a nossa confiança? Se souberem a resposta digam-me, realmente gostava de saber.
Será que o tempo cura mesmo tudo? Eu acho que não, o tempo pode ajudar a “esquecer” mas não a curar, todos temos o nosso sistema de auto defesa e cada vez mais está ligado em segurança máxima.
Cada vez acredito mais que anda meio mundo a enganar a outra metade.
Que pensam vocês disto?